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Quando estamos de férias e o sol teima em esconder-se permitindo que as nuvens se atrevam a aspergir-nos com a sua chuva, temos que procurar alternativas à praia.

No sudoeste alentejano não é difícil encontrar...Fomos até ao Cabo Sardão.

Neste ponto da costa as arribas elevam-se dezenas de metros confrontando-nos com a nossa pequenez.

sardao.jpg

As rochas que aqui avistamos formaram-se há mais de 300 milhões de anos, no fundo de um mar que recebia vários sedimentos (principalmente argilas e areias)

Esses sedimentos transformaram-se nas rochas (grauvaques e xistos) que hoje pisamos quando visitamos o Cabo Sardão.

sardão.jpg

 

Muita coisa mudou na história destas rochas...Uma delas foi o facto de os sedimentos que deram origem às rochas terem sido depositados em camadas horizontais e hoje avistarmos essas camadas numa posição quase vertical (como a mão da pequenota). Este é um dos factos mais interessantes que aqui podemos aprender: as rochas que constituem as arribas do sudoeste alentejano foram alvo das forças compressivas, associadas ao movimento das placas tectónicas.

cabo sardao.jpg

 

Estamos certos de que também o farol do Cabo Sardão tem muitas histórias para nos contar (completou este ano 100 anos) porém estava fechado. Ficamos a saber que abre todas as quartas-feiras e que o podemos visitar gratuitamente e sem marcação.

farol cabo sardao.jpg

 

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