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 Professor Galopim de Carvalho

 

 

 

 Na sua infância quais foram os primeiros contactos que teve com a Ciência?

Na infância, não, mas na primeira adolescência: ajudar os irmãos mais velhos a fazer um herbário.

 

 A influência familiar condicionou, de alguma forma, o seu gosto pela Ciência e/ou as suas escolhas profissionais?

Não. Foi um professor no Liceu de Évora, no antigo 5º ano (actual 9º).

 

Que tipo de interferência exerceu na educação científica dos seus filhos?

Toda. Os únicos dois que tive cursaram, por vontade própria, Geologia.

 

Como vê o ensino (formal e não formal) das ciências em Portugal?

No formal, com muita preocupação.Se a actividade do Ciência Viva http://www.cienciaviva.pt/home/ e de alguns Museus couber no ensino não formal, estamos entre a vanguarda no que se faz por esse mundo.

 

Em que áreas científicas prevê que Portugal possa ter um maior desenvolvimento e uma maior contribuição para a melhoria do conhecimento científico mundial?

Não tenho resposta para esta pergunta. Sei, no entanto, que é urgente aumentar o nível do nosso ensino, em especial o básico.

 

Como acha que podem ser estimuladas, nas crianças, as qualidades inerentes a um bom cientista?

Ensiná-las a gostar de saber.

 

Obrigada, Professor Galopim! Cá em casa gostamos muito do seu trabalho! É já uma referência para os pequenotes

 

Mais sobre o cientista:

O  Professor Galopim de Carvalho é um dos nomes grandes da divulgação da ciência em Portugal.

Foi responsável pela promoção das Ciências da Terra entre nós, através de uma uma ação incansável, ao longo de décadas, que passou pelas suas aulas e pela sua investigação na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, pelos seus livros , pelas suas palestras de divulgação por todo o país e no mundo, pelo seu diligente trabalho à frente do Museu Nacional de História Natural (onde esteve durante mais de dez anos) e noutros locais (ainda há pouco abriu em Viseu o Museu do Quartzo, em larga medida da sua inspiração), e pelas suas sábias intervenções na imprensa escrita, na Internet, na rádio e na televisão.

Ficou sobretudo famoso pela organização da exposição sobre dinossauros-robôs que, em 1992, levou à Rua Politécnica mais de três centenas e meia de milhares  visitantes e pela sua defesa das pegadas dos dinossauros de Carenque, às portas de Lisboa.


Ganhou inúmeros prémios sendo um dos mais recentes o Grande Prémio Ciência Viva Montepio 2013 que distingue uma intervenção de mérito na divulgação científica e tecnológica em Portugal

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